Quem sou eu

Dourados, MS, Brazil
A 6.12 é um espaço de treinamento , que tem como base busca de poéticas, utilizando-se das experiências corporais vivenciadas cotidianamente pelos seus atores e colaboradores, no desenvolvimento de uma arte teatral que una a pratica à pesquisa.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Coisas para F.


Outra mulher. Outros seios. Um dia, te disse 
“Sempre serei mesa pra você. Até quando você quiser curar tua cachaça, 
EU
 sempre serei mesa pra você.”
É como se de repente, tudo aquilo que antes me fazia “ser” (...)
Dói. Uma dor que dói latejada. É assim como uma fisgada de um membro que já perdi.


Coisas para F. (fragmento)


terça-feira, 24 de maio de 2011

Efemeridades


Efemeridades

Como foi postado aqui a 6.12 participou de uma oficina oferecida pelo SESC,através do projeto “SESC Dramaturgia: Leitura Dramatizada”, sendo essa a segunda edição na cidade de Dourados. O irônico é  que foi na primeira edição –no ano passado- que os membros do grupo se conheceram. E foi de certa forma graças ao mesmo que hoje existe 6.12!
  Então percebi no decorrer da oficina e nas reuniões do grupo durante essa semana o quanto nós integrantes do grupo somos efêmeros. Sim, digo, efêmeros no seguinte sentido: as idéias que cada integrante possuíam foram sendo alteradas,pensamentos e afirmações que eram expostas a um mês atrás pelo grupo hoje são opostas.As vontades e até mesmo as necessidades artísticas se alteraram.
  E enquanto artistas acredito que devemos ,todos, ser efêmeros porque essa efemeridade nos obriga a estar sempre resignificando;contextualizando e refletindo  na busca constante pela transcendência, em um processo intenso de mutações e metamorfoses que obriga a cada artista procurar novos limites e descobrir novas possibilidades,criando assim um vasto repertório.E isso também pode ser considerado arte,pois como já foi dito aqui antes,arte também é começar de novo, e um eterno recomeçar.
   Agora é esperar para saber qual será a nova (re)construção do grupo e dos integrantes!


6.12
Cia Teatral

sábado, 14 de maio de 2011

6.12 & SESC : Leitura Dramatizada

A 6.12 Cia Teatral participou de uma oficina proporcionada pelo SESC/Dourados por meio do Projeto “Sesc Dramaturgia: Leitura Dramatizada” estivemos reunidos nas manhãs de 10, 11 e 12/05 participando da oficina ministrada pelo Prof. Ms. Vitor Lemos junto com outros fazedores e fomentadores da arte teatral local.

Nas poucas horas que estivemos reunidos pudemos (re)construir conhecimento sobre algumas inquietações que cercam artistas que se propõem a estudar ou fazer “leitura dramatizada”, a oficina nos proporcionou uma constante reflexão do fazer teatral em Dourados/MS, a troca de experiências entre os participantes, a formação de público e a recepção de espetáculos; preocupações estas, que antes já comentamos aqui, ou seja, que colaboraram conosco, a nos  permitir rever (pré)conceitos e proporcionou uma constante reflexão das nossas práticas.

Assim a oficina foi um espaço para abertura de novas perspectivas dentro da 6.12, quando do exercicio proposto com  base nos texto "Pluft, o Fantasminha"da Dramaturga MAria Clara Machado. Ao final da oficina Nizael Almeida foi convidado a assumir a direção de uma leitura dramática da obra "A Bruxinha que era boa" da mesma dramaturga, na qual a 6.12 vai assumir a direção coletivamente contando com outros participantes da oficina.

6.12 Cia Teatral

domingo, 8 de maio de 2011

Um pouco de poesia..

" (...)
Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.
Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.
Dá-me lírios, lírios
E rosas também.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também,
Crisântemos, dálias,
Violetas, e os girassóis
Acima de todas as flores...
Deita-me as mancheias,
Por cima da alma,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...  
Álvaro de Campos


por Denise Gonçalves*

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A 6.12 Cia Teatral apoia e indica - I SAPECAC



Estão abertas as inscrições para a I Semana Artístico Pedagógica do Curso de Artes Cênicas da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). O evento será realizado de 23 a 27 de maio de 2011.

Entre palestras, mini-cursos e oficinas destacamos:
A oficina “OUTROEU” que será ministrada pelo Bacharel em Artes Cênicas Jodair Moreno que tem como proposta geral os estudos sobre treinamento individual. Presença cênica e improvisação por contato. Vivencia teatral baseada nos conceitos do ator-bailarino do século XX onde a dissociação corpo-mente é questionada, para dar lugar a um conceito de corpo individual e possível.




O lançamento do livro “Entre o limbo e o gueto: literatura e marginalidade em Plínio Marcos” de autoria do Prof. Dr. Wagner Corsino (UFMS/CPTL) e a palestra a ser proferida por ele em 26/5 intitulada “O teatro de um tempo mau”.


A programação completa do evento pode ser acessada no blog http://sapecac.blogspot.com  ou no site oficial da UFGD. 

Acreditamos que o evento será uma oportunidade preciosa de reflexão, aprendizagem e enriquecimento pessoal e profissional. Assim a 6.12 Cia Teatral aplaude desde já a UFGD, FACALE, Curso de Artes Cênicas e a Organização do Evento, bem como apóia esta iniciativa e colabora com a divulgação. 


Nizael Almeida

terça-feira, 19 de abril de 2011

Começando de Novo

A ruptura pode muitas vezes nos levar as origens. E voltar as origens não significa necessariamente um retrocesso e muito menos fracasso, mas uma oportunidade para rever o trabalho feito,o ser artístico e a arte.
Arte. Arte? Mas o que é arte?
Poderia definir como processo, evolução, transcendência,pesquisa,fruição,subjetividade,discurso individual do artista e tantas outras palavras que limitariam a arte. Deixando assim  que cada individuo faça sua própria reflexão sobre o que a arte é e o que ela representa para si.
Aliás, como limitar algo que se constrói pelas possibilidades?
Se não conceituamos a arte devido a limitação que as palavras trazem consigo não será possível conceituar a arte. E como conceituar a minha arte?
Se arte é subjetividade, ela precisa ser conceituada?

Se conceituarmos nossa arte nunca criaremos algo novo,estaremos presos a fronteiras previamente determinadas por nós mesmo,impediremos o crescimento artístico individual e coletivo.
E é nesta perspectiva que a 6.12  se propõe a  ressignificar , recriar, reinventar, para a criação de nossa arte ,descobrindo novos discursos e novas identidades afinal a quebra leva a união e faço aqui minhas, as palavras da Denise, ARTE também pode;.ser definida como começar de novo!

Vanessa Ribeiro
Integrante da 6.12  e
Acadêmica de Artes Cênicas

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esse é o Dia da Ruptura?

"Eu não quero. Eu não sustento. E eu não vou ficar nos bastidores. Serei apenas um fanático."

O que é ser artista?
Fraqueza. Cansaço. Ascensão.
Gosto da ideia de que a arte é uma transposição do universo individual e particular do artista para o externo. Aquilo que somos, e que emerge para o que "somos" socialmente em nosso fazer.
Gosto da ideia de que a arte é um processo de ressignificação constante, de transformações tridimensionais. E da exposição do meu pensamento pela palavra, o gesto, o movimento, o chamado e a resposta.
Gosto da ideia de que na arte posso conhecer o outro e à mim mesma. Posso sentir o outro pelo toque.  Posso acariciar, bater, chacoalhar, empurrar.  Posso interagir. 
Posso colocar minhas subjetividades à jogo.

Mas acredito que para isso preciso jogar. Preciso deixar que o meu discurso realmente habite meu corpo, e se utilize como difusor de ideias. Abridor de caminhos para possibilidade e reflexões. O meu corpo como instrumento , rebento, escracho, matéria discursiva na tentativa de suscitar reação. 

E levando a frase primeira nesse texto em consideração, pergunto,

"Artista, esse é o dia da Ruptura?"




Denise Gonçalves
Academica de Artes Cênicas-UFGD,  
e integrante da 6.12 Cia Teatral.




terça-feira, 5 de abril de 2011

Agradecimento apresentação no Sarau Cactus&Artes Cenicas

Obrigado!

Agradecemos ao pequeno público presente na apresentação do trecho de “O gato preto” apresentado no domingo (03/04), me refiro unicamente as poucas pessoas que conseguiram por 15 min se desligarem do mundo e contribuir para a construção e crescimento do trabalho experimental exposto pela 6.12 Cia Teatral.
Poderia passar horas descrevendo nossa indignação quanto ao desrespeito e ao lugar comum que é colocada a Arte produzida e exposta neste estado de Vaqueiros, no entanto estaríamos também nos colocando em um lugar comum, este lugar onde o egocentrismo impera e é portanto “o outro” que teria que se adequar a ele, porém sabemos que se o público não nos entende, talvez também não entendemos nós a ele, bem como estamos certo que há um grupo pequeno sempre interessado e curioso nos estudos, experimentos e produções artísticas aqui desenvolvidas e é  com estes que estamos produzindo/transformando/criando possibilidades na Arte local.
O fragmento apresentado no Sarau do ultimo domingo foi o mesmo que apresentamos na Celebração cultural da UFGD, trata-se de um experimento cênico ainda em construção, cada apresentação é um convite a critica e a troca com a platéia.
Caminhamos por terras ainda desconhecidas, propomos a quebra a (re)construção do teatro de Dourados/MS queremos a apreciação critica, pretendemos a criação artística aliada a pesquisa com base em teóricos da dança como Laban, onde procura-se uma utilização diferenciada das  partituras corporais, tônus e marcas no corpo do ator; alem de uma incessante busca ao teatro pós-dramatico, e ao ator-criador-encenador com base nos estudos relacionados a Eugenio Barba e a Vianninha.
Produzir teatro tem sido experimentar o gosto doce/amargo das coisas, embora talvez a vida tenha sido muito mais doce com a 6.12 Cia Teatral, encerro este manuscrito/manifesto agradecendo ao público que nos prestigia, aos amigos que contribuem com nosso trabalho, ao SESC/Dourados pelo apoio e por acreditarem na 6.12 Cia Teatral desde o inicio e aos amigos e amig@s, companheir@s e irmãos da 6.12 .

                                                                     Por Nizael Almeida


quarta-feira, 30 de março de 2011

Sarau CACTUS BAR & CENICAS / O GATO PRETO - Apresentação do Fragmento

CONVITE!!!!!!


SARAU
CACTU'S BAR & ARTES CÊNICAS

Dia: 03/04 (Domingo)
Local: Cactu's Bar (R: Weimar G. Torres, n° 2720. próximo ao Fogão Mineiro)
...Inicio às 19h
Entrada R$ 2,00

Espaço aberto para apresentações artísticas em geral.
Performances, música, exposições, dança, poemas ... 
Vamos celebrar JUNTOS ... vamos nos permitir!
   
apresentação do fragmento de "O GATO PRETO"
Permita-se!!!!

sexta-feira, 25 de março de 2011

O GATO PRETO - Apresentação do Fragmento

Ontem apresentamos um fragmento do trabalho em processo "O Gato Preto", monólogo criado a partir do texto homônimo de Edgard Allan Poe.
O experimento foi exposto na UFGD Campus II, às 20:30hrs, para os acadêmicos na celebração cultural organizada pela coordenação de cultura. 

A 6.12 Agradece à todos que prestigiaram nossa demonstração,
lembrando que continuamos em processo.

 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Gato Preto – Adaptação do texto homônimo de Edgard Allan Poe

     O Gato Preto – Adaptação do texto homônimo de Edgard Allan Poe


Um Homem relata sua experiência “macabra” com o “gato preto”, e uma serie de acontecimentos alucinantes, quebrando as barreiras entre a ficção e a realidade. O HOMEM, um verdadeiro apaixonado por animais vê-se vitima e assassino de seu gato. No entanto, suas atitudes tomam dimensões cruéis. Espetáculo criado a partir do conto homônimo de Edgard Allan Poe.



VAMOS ASSISTIR?



sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ei, garçom. Chet Baker.

"A mulher marca presença ao som de Chet Baker só porque Chet Baker pede isso, a música meio que embala um pedido." (Ruy J. Neto)




Se Michael Jackson inaugurou o POP, podemos dizer que Chet Baker (1929-1988) revolucionou o Jazz, criando um Jazz Cool mais melancólico e romântico, nasceu com um talento excepcional para a musica e realizou-se no trompete, ganhou inúmeros prêmios e fez várias participações em filmes hollywoodianos. Com seu estilo sedutor, o jeito sussurrado de cantar não teria como dar errado.

Chet também possuía grande habilidade para se meter em confusões, o que o tirou do palco algumas vezes, um grande boêmio e mulherengo, casou-se pelo menos três vezes e amou, mesmo que por uma noite, inúmeras mulheres, estas combinadas com álcool e muitas drogas, possibilitava a ele fortes emoções e muitos problemas.

Sua vida desregrada o fez envelhecer antes que a musica assim o quisesse, o que pode ser facilmente percebido no documentário “Let`s get. lost” filmado um ano antes de sua morte, aos 58 anos Chet Baker morre misteriosamente “Chet Baker morreu lá (Amsterdã). Pulou.” Segundo os jornais da época Chet teria caído da sacada do hotel onde estava hospedado em Amsterdã acidentalmente pois estava muito drogado, ou teria sido assassinado por traficantes de drogas para quem ele devia.

Chet Baker definitivamente foi um grande trompetista e um talentoso artista que contribuiu para a musica em especial ao Jazz e é isto que o faz tão especial ainda no século XXI, inspirando e encantando os amantes de boa musica. Ouvir Chet Baker é como ver o pôr do sol e o seu crepúsculo ao mesmo tempo, sendo o resto do dia absolutamente sem importância.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pagu

escreveu certa vez:
"... a minha gata é safada e corriqueira...
arremeda "picassol"
trepa na trave do galinheiro e preguiçozamente escancara a
boca e as pernas.
... a minha gata é vampira...
mimo de um italiano velho e apaixonado, general de brigada, dois metro de altura
pelado e sentimental, atavismo,
o luxo da minha gata é o rabo
ela pensa que é serpente..." (Patricia Galvão)


Patrícia Rehder Galvão, a Pagu, interpretou seu ato solo de 1910 a 1962, um espetáculo lindo e rico, cheio de sentimento e amor como todas as mulheres aqui comentadas. foi escritora e jornalista; desde a juventude surpreendeu pela ousadia e atrevimento. Casou-se com Osvaldo de Andrade, com quem teve um filho, foi militante do Partido Comunista, sendo presa algumas vezes durante greves e acusada de “agitadora”. Durante o período em que foi jornalista, esteve no Oriente, de onde trouxe a soja para o Brasil. Em Santos, década de cinqüenta, trabalhava no jornal A Tribuna de Santos, já havia se separado de Oswald de Andrade e era respeitada na cultura brasileira por suas muitas contribuições culturais e literárias. No jornal, conheceu Geraldo Ferraz, com quem se casou. Lutou pela construção do Teatro Municipal de Santos e contribuiu fortemente para o desenvolvimento de uma tradição teatral na cidade, firmada, sobretudo, no seu contato com importantes críticos, professores e diretores teatrais da Escola de Arte Dramática de São Paulo, que, por Pagu, periodicamente vinham a Santos oferecer sua contribuição ao panorama local. Uma brasileira ousado e forte que contribuiu grandiosamente para a cultura brasileira.
Como diria Rita Lee  “Sou rainha do Meu tanque/ sou Pagu indignada no palanque”, mais que uma figura política, Patrícia Galvão é um exemplo da mulher brasileira.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Frida Kahlo - Nossas inspirações... Nossas mulheres.. Nossas Musas!

FRIDA KAHLO



Frida Kahlo nasceu em 6 de julho de 1907 na casa de seus pais, conhecida como La Casa Azul (A Casa Azul), em Coyoacán, que naquela época era uma pequena cidade nos arredores da Cidade do México. Filha de Guillermo Kahlo (1871-1941), Matilde Calderón y Gonzalez; tinha duas meia irmãs mais velhas.
Cresceu em um mundo cercado por mulheres. Durante a maior parte de sua vida se manteve próxima a seu pai.
Em 1913, com seis anos, Frida contrai poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofre ao longo de sua vida. A poliomielite deixa uma lesão no seu pé direito e, graças a isso, ganha o apelido Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau). A partir disso ela começou a usar calças e depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas pessoais.
Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintar cedo. Embora o seu pai tivesse a pintura como um passatempo, Frida não estava particularmente interessada na arte como uma carreira.
Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelagem.
Em 1925, aos 18 anos aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Porém sofreu um grave acidente, tendo de usar vários coletes ortopédicos de materiais diferentes, chegando inclusive a pintar alguns deles (por exemplo o colete de gesso na tela intitulada A Coluna Partida), fez várias cirurgias e ficou muito tempo acamada. Durante a sua longa convalescença, começou a pintar com uma caixa de tintas que pertenciam ao seu pai, e com um cavalete adaptado à cama.
Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adotava com muita frequência temas do folclore e da arte popular do México.
Pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Em 1953 a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organiza uma importante exposição em sua honra, a qual visita contrariando a todos, sobre uma cama, pois seus médico disse que não deveria levantar-se da cama, mas não disse que a cama não poderia ir até a exposição.
Frida teve um casamento conturbado com Riveira, entre separações, traições e brigas escandolasas, permanceram juntos até sua morte, a beleza de sua arte provavelmente se dê por serem sua própria realidade, suas telas provocam sentimentos contraditórios da beleza a crueldade.